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Eficiência, gestão, rentabilidade e sustentabilidade foram os temas levados à 7ª edição do AgroIN, onde cerca de 200 profissionais de agronegócios estiveram presentes.

A revista Vida Rural, juntamente com a IFE by Abilways, agradecem a presença de todos os participantes e oradores!

A sementeira da Eficiêncio-cultura está lançada e juntos vamos fazê-la crescer! Até 2021!

PARTICIPANTES
ORADORES
EMPRESAS
Programa

09H20 Boas-vindas

09h30 PEGADA DE CARBONO: UMA MÉTRICA DE COMPETITIVIDADE?
Num momento em que as alterações climáticas ocupam um lugar de destaque, até há pouco insuspeitado, na agenda política e social, a pegada de carbono entrou definitivamente na linguagem dos negócios. A agricultura, florestas e outros usos do solo são responsáveis por 25% das emissões globais de gases com efeito de estufa, tornando o setor numa peça-chave para a descarbonização da economia. Mas, de que falamos quando falamos de pegada de carbono?
Que atividades e fontes de emissão estão incluídas e que metodologias existem para a sua quantificação?
Como é reconhecida e contabilizada a remoção de carbono em biomassa e solos?
A pegada de carbono é um meio para uma operação mais eficiente ou é um fim em si?
Os mercados exigem ou mesmo valorizam a comunicação da intensidade carbónica dos produtos agrícolas?
Maria João Gaspar, consultora em sustentabilidade

9h55 CALCULAR A PEGADA DE CARBONO NA PRÁTICA: exemplos nos bovinos de leite e de carne
Os cálculos de pegada de carbono podem ser realizados a múltiplas escalas. À escala local, importam sobretudo para permitir a produtores e consumidores obter informação sobre os impactes de produtos de carne e leite. No caso de produtores, são importantes também numa perspetiva de melhoria contínua. À escala regional, continental e mesmo global, são frequentemente realizados para tentar entender qual o papel de produtos animais em dietas. Quais as evidências que nos são fornecidas por análises a diferentes escalas?
Qual o papel dos produtos animais nos impactes ambientais das dietas humanas a uma escala global?
Qual a melhor forma de melhorar o desempenho ambiental de dietas – mudanças de sistema de produção, eliminação de produtos animais ou outras?
Quais os exemplos à escala local de cálculos de pegada ambiental (com ênfase em Portugal), e como foram utilizados pelos produtores?
Como podem os cálculos de pegada mostrar formas de melhoria de produção de carne e leite?

Ricardo Teixeira,
Instituto Superior Técnico

10h20 SUSTENTABILIDADE E MERCADO
Indústria e distribuição. Estão estes elos da fileira alinhados com os produtores na valorização de práticas mais sustentáveis?
A produção está a ser remunerada pelo investimento em alimentos mais ecológicos?
Estas práticas estão a ser comunicadas e utilizadas como ferramenta de marketing?
O consumidor perceciona este valor e está disposto a pagar mais?
E a regulação promove e incentiva práticas mais sustentáveis?
Pedro Pimentel, Centromarca
Pedro Queiroz, FIPA
Catarina Pinto Correia, Vieira de Almeida

11h00  Pausa para café ☕️

11h30 CLIMATE SMART AGRICULTURE: MUITO OU NADA DE NOVO?
Intensificação sustentável. Agricultura de conservação. Agroecologia. Climate smart agriculture, dizem. Perdidos nas definições? Aumentar a produtividade e o rendimento, tornar os agricultores mais resilientes às alterações climáticas e reduzir as emissões associadas à produção de alimentos é o desafio. Chegar lá é um caminho desafiante que implica essencialmente gerir com um novo foco. Agrofloresta, gestão da água, solo e energia, gestão fitossanitária, gestão de culturas, tecnologia.
Onde estão os melhores exemplos de utilização da tecnologia neste contexto?
Quais são os desafios na luta contra pragas e doenças?
Quem está a usar a diversificação cultural e novas culturas com sucesso?
Quem está a investir em sistemas agroflorestais?
É possível melhorar a eficiência na utilização de fatores de produção?
Ainda estamos longe da eficiência energética?
Maria do Carmo Martins, COTHN
Lino Oliveira, INESC TEC

12h30 Prémios VIDA RURAL

13h00  Almoço networking 🍴

14h30 A ÁGUA VAI CONTINUAR A REVOLUCIONAR AS OPÇÕES CULTURAIS?
São empresários e gestores e as suas explorações agrícolas mudaram radicalmente na última década. Com a chegada da água de Alqueva um novo leque de possibilidades se abriu e com ele a viabilização de uma enorme área condenada a baixas produtividades e rentabilidades. Mas está tudo feito em Alqueva?
Onde está o potencial para continuar a crescer?
Que novas culturas podem surgir?
Quais os desafios ambientais?
Como ultrapassar o desafio da mão-de-obra?
Vasco Cortes Martins, Sovena
João Banza, Agro Vale Longo
Miguel Matos Chaves, Migdalo
Pedro Baptista, Fundação Eugénio de Almeida
João Cortez Lobão, Herdade Maria da Guarda

16h00 O RESGATE DO SOLO É O DESAFIO DA PRÓXIMA DÉCADA?
O que se passa no subsolo passou a ser tão ou mais importante do que aquilo que acontece à superfície. Um sistema complexo e dinâmico que importa conhecer em profundidade e que é decisivo para o sucesso das culturas. Dizem os especialistas quem em cada grama de terra existem mais de 10.000 espécies microorganismos. O que sabemos sobre isto?
É preciso rever os métodos de conservação do solo?
Fungos, bactérias e vírus: como podem ajudar as plantas?
Qual o papel das micorrizas?
Como podem influenciar os modelos de produção atuais?
As soluções nesta área estão desenvolvidas?
Há resultados da aplicação destas técnicas?
Moderação: João Coimbra
Isabel Brito, Universidade de Évora
Francisca Ramos, Sociedade Agrícola S. João de Brito

17h30 Encerramento

Oradores

Isabel Brito
Universidade de Évora

João Cortez Lobão
Herdade Maria da Guarda

Pedro Queiroz
FIPA

Isabel Martins
Vida Rural

João Banza
Agro Valongo

Lino Oliveira
INESC TEC

Pedro Pimentel
Centromarca

Vasco Cortes Martins
Sovena

João Coimbra
Quinta da Cholda

Ricardo Teixeira
Instituto Superior Técnico

Francisca Ramos
Sociedade Agrícola S. João de Brito

Catarina Pinto Correia
Vieira de Almeida

Maria do Carmo Martins
COTHN

Pedro Baptista
Fundação Eugénio de Almeida

Miguel Matos Chaves
Migdalo

Maria João Gaspar
Consultora em sustentabilidade

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