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Tecnologia e sustentabilidade. Dois parceiros indissociáveis que estão a revolucionar as práticas vitivinícolas. Vamos discutir, partilhar, refletir sobre o que está a ser feito e testado e quais os caminhos futuros para gerir com mais precisão e entender melhor o papel da ecologia e da biodiversidade da vinha à garrafa. Um ciclo de webconferences que ocupará as tardes dos dias 15 e 16 de dezembro, num device perto de si!

Programa

Sustent(h)abilidade na vinha

15 de dezembro

O setor do vinho é um dos pioneiros nas práticas de sustentabilidade e um dos mais evoluídos nesta matéria. Mas este é um tema em constante evolução, que requer muito conhecimento e investigação e onde a experiência e a experimentação fazem toda a diferença. E mais, não existem fórmulas mágicas replicáveis para todas as explorações.
Vamos partilhar alguns casos de referência e refletir sobre os caminhos possíveis para gerir com eficiência, aplicando a arte da sustenta(h)abilidade.

14h30  Boas vindas

14h35 COVER CROPS: COMO DECIDIR?
Culturas de cobertura na vinha há muitas. Mas quais as que revelam melhores resultados na vinha? Optar por enrelvamento natural ou semeado? Trevos, leguminosas ou consociações? Quais os fatores decisivos para a escolha? Como fazer o balanço benefícios versus custos? Mobilizar ou não? E a competição hídrica: mito ou realidade? Muito para saber e partilhar.
Rui Flores, Gestor agrícola Esporão
Paulo Carvalho Pereira, Consultor/especialista em botânica

15h05 CASTAS MINORITÁRIAS: É AGORA?
O futuro pode estar no património genético ainda muito desconhecido das nossas castas autóctones? O que sabemos hoje de diferenciador sobre as castas minoritárias? Quem já está a vinificar estas castas? Com que resultados? Podem ou não ser um aliado no combate às alterações climáticas?
Luís Leocádio, Titan of Douro
António Maçanita, Fita Preta

15h50 Pausa para café

16h10 MESA REDONDA
GERIR COM SUSTENT(H)ABILIDADE

Por onde passam os caminhos da sustentabilidade? A medição da pegada carbónica é uma métrica de eficiência? É possível fazer a transição rápida para sistemas mais biodinâmicos ou a proteção integrada continua a ser o modo de produção mais racional e equilibrado para gerir a vinha?
A importância de conhecer os ecossistemas, estimular a biodiversidade e implementar práticas mais ecológicas e eficientes. Conhecimento e tecnologia de mãos dadas.

Bom senso(rização) precisa-se!

16 de dezembro

Medir, controlar, tomar decisões. E no final, repetir tudo de novo. Bem-vindos à vitivinicultura de precisão. É a era da sensorização e recolha de dados. Antes da arte de bem produzir é preciso dominar as técnicas de analisar dados e fazer as melhores escolhas com base na informação recolhida. Sensores nos cachos para medir grau maturação ou stress hídrico, sensores óticos de fluorescência, sensores nas cubas e nas barricas. Controlar em tempo real a viticultura e enologia. O que há de novo, quem está a usar e com que resultados? Vamos saber.

14h30 Boas vindas

14h35 CONTROLAR EM TEMPO REAL
Sensores, big data, interoperacionalidade. Gerir a vinha ou a adega é uma tarefa cada vez mais tecnológica. Poupar custos e tempo e reduzir perdas de vinho são algumas das vantagens. Conheça o que está a ser testado e o que já está a ser usado.
António Graça, Sogrape
Paulo Freitas, IST

15h05 METBOTS – ROBOTS PARA METABOLÓMICA UTILIZANDO INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COM AUTO-APRENDIZAGEM EM AGRICULTURA DE PRECISÃO
Um robot que consegue seguir a maturação tecnológica (açúcar e ácidos) e que quando conjugado com a quantificação de pigmentos e percursores aromáticos permite a seleção de lotes de diferentes qualidades. É possível, já existe, e produz informações preciosas perto da data da colheita que podem ser verdadeiras ferramentas de competitividade.
Rui Martins, INESC TEC

15h50 Pausa para café

16h10 MESA REDONDA
DIFERENCIAÇÃO
O conhecimento e a tecnologia mudaram completamente o perfil da produção nas últimas décadas e Portugal afirmou-se como produtor de vinhos de qualidade. Mas o afunilamento de castas e a massificação de técnicas e modos de produção estará a distorcer a genuinidade dos vinhos portugueses? Estarão os vinhos demasiado ‘chatos’ e tecnológicos? Como criar diferenciação? Naturais, biológicos ou biodinâmicos são um caminho possível? E o mercado, é isso que procura? Muito para refletir…

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