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Estes são os vencedores dos Prémios Vida Rural 2022

Os vencedores da edição de 2022 dos Prémios VIDA RURAL já são conhecidos. A cerimónia realizou-se durante o congresso AgroIN [1], no passado dia 28 de abril, num regresso ao formato puramente presencial. Conheça os vencedores das sete categorias, um deles votado pelos leitores da revista.

O prémio  Guardião da Biodiversidade Doméstica [2] deste ano foi para a RuralBit [3]. Este galardão especial, que resulta de uma parceria entre a VIDA RURAL e a SPREGA (Sociedade Portuguesa de Recursos Genéticos Animais) foi atribuído através de votação online pelos leitores da revista e reconhece e distingue atividades de conservação, utilização e promoção dos recursos genéticos animais. O projeto galardoado criou, entre outras iniciativas, soluções orientadas para a gestão de pequenas populações, como é o caso da maioria das raças autóctones, para os respetivos Livros Genealógicos, Programas de Conservação ou Melhoramento Genético Animal.

 

Outro dos destaques vai para o recentemente jubilado professor José Oliveira Peça [4], da Universidade de Évora, a quem foi atribuído o Prémio Personalidade Armando Sevinate Pinto (que distingue personalidades que contribuíram de forma decisiva na defesa e desenvolvimento do setor). O premiado, durante a sua longa carreira de mais de quatro décadas, deu um contributo importante para o desenvolvimento da mecanização agrária e da olivicultura. Foi também responsável pelo grupo de investigação Tecnologia Agrícola e Eficiência Energética, do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas (ICAAM), atual MED – Instituto Mediterrâneo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento.

Pessoas, Empresas e Projetos que marcam

Nas restantes categorias, o prémio “Agricultor que marca” foi para Vítor Araújo, da KiwiGreenSun [5], a maior empresa produtora da Península Ibérica e um dos mais importantes entrepostos de kiwi de Portugal.

 

Já o “Prémio Empresa Agrícola que marca” deste ano foi entregue à Mendes Gonçalves [6], empresa dedicada à produção de vinagres, molhos e temperos e detentora de marcas como a Paladin. Recentemente, a empresa integrou o consórcio Agenda InsectERA [7], que quer colocar o País na vanguarda da indústria dos insetos.

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Já no campo dos investimentos, a novíssima Duck River Agriculture [9]recebeu o Prémio “Investimento que Marca”. O projeto, fundado em 2019, quer valorizar o cultivo de amendoeiras em Portugal e, nesse sentido, tem apostado em práticas sustentáveis no Alentejo e Beira Interior.

 

O “Prémio Organização de Produtores que marca” deste ano ­foi para a Cerfundão [10]. A organização de produtores de cereja (e outros frutos) tem trabalhado na valorização do produto junto das cadeias nacionais, com uma forte aposta na sustentabilidade.

Já o Metbots  [11]é “I&D que marca” de 2022. O projeto do INESC TEC, em parceria com a ADVID, está a desenvolver robots para metabolómica utilizando inteligência artificial com autoaprendizagem em agricultura de precisão.