Esta empresa, sediada em Londres mas a operar em 30 países, tem interesses nos setores da tecnologia ambiental, metais preciosos e produtos farmacêuticos.
Segundo o Correio Alentejano, o projeto, já homologado pelo Infarmed, está a ser desenvolvido desde fevereiro de 2011, no âmbito de um protocolo de parceria entre a empresa britânica e a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo (Drapal).
A cultura está a ser ensaiada em todo o Alentejo, num total de perto de 100 hectares, sendo que no caso do distrito de Beja estão abrangidos quase 30 hectares e vários agricultores, num processo “assessorado” tecnicamente pela EDIA através do Centro Operativo para as Tecnologias do Regadio (COTR).

Em declarações àquela publicação alentejana, o diretor regional de Agricultura do Alentejo, Francisco murteira, disse que “a cultura da papoila está em fase experimental, de modo a averiguar se efetivamente poderá vir a constituir uma alternativa para o Alentejo”.
“Neste momento não poderemos por isso adiantar mais dados sobre o projeto. Pensamos no entanto que, decorrida mais esta campanha de experimentação aplicada, venha a ser possível tirar conclusões que permitam uma boa divulgação”, concluiu.