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Detetado caso de gripe aviária no Algarve

Foi esta terça-feira (31 de janeiro) confirmado um caso de gripe aviária por vírus influenza A do subtipo H5N8 (de alta patogenicidade) [1] numa garça-real (Ardea cinerea) no Algarve. De acordo com a Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), na sequência desta deteção foi aumentado o nível de alerta para a doença e foram já reforçadas as medidas de proteção e vigilância na região.

A DGAV anuncia que, como medida preventiva, já foi proibido o comércio de aves em mercados rurais, largadas de pombos, de espécies cinegéticas criadas em cativeiro e caça com negaças vivas. Para além disso, foi dirigido um apelo aos detentores de aves em capoeiras domésticas para não realizarem movimentações desses animais.

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As Autoridades Europeias (Comissão Europeia) e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) já foram informadas deste caso, assim como as autoridades competentes para a Saúde Humana, a Gestão da Atividade Cinegética e Património Natural (ICNF) e o Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente da GNR (SEPNA/GNR).

“A Direção Geral de Alimentação e Veterinária mantem um dispositivo de vigilância sobre os efetivos avícolas em risco (aves de capoeira domésticas na região do Algarve) e procederá à atualização das medidas em caso de eventuais sinais de propagação da doença. A estirpe do vírus influenza A do subtipo H5N8, sendo de alta patogenicidade para as aves, não foi até ao momento encontrada em seres humanos”, conclui a DGAV.