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EFSA diz que tratamentos usados em oliveiras com xylella não eliminam por completo a doença

Um relatório recentemente publicado pela European Food Safety Authority (EFSA) revela que os tratamentos que estão a ser utilizados para tratar as oliveiras afetadas pela Xylella Fastidiosa [1] na região italiana de Puglia não estão a ser bem-sucedidos na eliminação da bactéria, limitando-se a reduzir os sintomas.

De acordo com o Olive Oil Times, o estudo da EFSA surge em resposta a um pedido da Comissão Europeia, que pretendia aconselhamento científico em relação às medidas levadas a cabo na região italiana para travar a doença que já dizimou centenas de hectares de olival [2] no país.

 

A EFSA avaliou dois tratamentos experimentais diferentes e que estão a ser testados por duas equipas de investigação diferentes na região italiana: um da Universidade de Foggia, que está a testar compostos bioativos que são aplicados na árvore depois de um processo de poda extensivo; e outro do CREA, que envolve a utilização de um produto à base de zinco, cobre e ácido cítrico para tratar as árvores infetadas.

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“Estes tratamentos experimentais foram testados na sua eficácia na supressão dos sintomas da doença e, de acordo com os investigadores, os resultados positivos podem ser considerados apenas preliminares”, refere o Olive Oil Times.

 

Segundo a EFSA, a eficácia a longo prazo destes tratamentos ainda não foi estabelecida e são precisos mais estudos para se chegar a uma conclusão acerca do seu prolongamento.