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Fenareg e regantes de Idanha apontam prioridades para 2019

A Associação de Regantes e Beneficiários de Idanha (ARBI) acolheu na passada semana a 36ª Assembleia Geral da Federação Nacional de Regantes de Portugal (Fenareg). Durante o evento, estiveram em discussão as prioridades para o próximo ano, assim como a modernização dos blocos de rega, e foram apresentadas propostas para uma estratégia nacional de regadio até 2050.

Para o presidente da Fenareg, José Núncio, “o regadio é fundamental para a agricultura e o seu futuro implica garantia de armazenamento de água e a modernização de blocos de rega, tendo claro que o objetivo agora não é somente eficiência no uso da água, mas também da energia para garantir a sustentabilidade do setor”.

Já o presidente da ARBI, Paulo Cunha, sublinhou a importância do regadio no desenvolvimento da região, realçando a necessidade de intervenções nas infraestruturas dos regadios mais antigos, como o de Idanha que tem mais de 70 anos. A obra de regadio de Idanha-a-Nova, que abrange uma área de cerca de 8200 hectares, submeteu um conjunto de projetos de modernização, mas que não foram contemplados nas verbas do atual PDR 2020 [1]. “O reforço de verbas para intervir neste tipo de infraestruturas é premente para garantir a continuidade do seu funcionamento”, defenderam ainda os associados da Fenareg.