No papel, a transição energética parece uma equação simples. Energia limpa, partilhada, gerida localmente, ao serviço das comunidades e das atividades económicas. E no setor agrícola, onde os consumos são intensos e a dependência energética crítica, essa equação ganha peso. Mas basta tentar pô-la em prática para perceber que os números não batem certo. As comunidades de energia prometem muito, mas o caminho entre a teoria e a realidade está longe de ser direto. A promessa das comunidades de energia…

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