Em comunicado, a associação diz que a falta de qualificação no setor “reflete-se muitas vezes na baixa rentabilidade da atividade e em inúmeros acidentes de trabalho. Assim, diagnosticou-se as candidaturas ao POPH, como uma oportunidade de capacitar o potencial humano, e garantir mão-de-obra especializada a este sector.”
A Anefa diz agora que é com algum “constrangimento” que viu as candidaturas ao POPH “preteridas”, o que demonstra, de acordo com a associação, “uma clara falha de atuação entre a tutela e as necessidades e exigências do sector.”
“Numa altura em que tanto se fala na aposta na requalificação do potencial humano e na prevenção de acidentes de trabalho, a Anefa considera que a formação profissional deve estar ao alcance de todos, contribuindo para um sector mais qualificado e apto aos novos desafios do Mundo Rural, pelo que a Associação irá contestar todas as decisões de indeferimento que estejam a ser emitidas sobre os Programas de Formação Ação a que se candidatou”, conclui o comunicado.

