Intitulada McLanahan Nutrient Separation System, esta tecnologia ainda não está na fase de comercialização, mas segundo os responsáveis pela sua criação, “terá um impacto significativo na redução de resíduos das explorações agrícolas e gestão de recursos”.
“No Michigan temos uma tendência para dar a água como garantida. Mas no oeste, por exemplo, a seca continua a ser um tema importante. E o acesso a água limpa pode fazer a diferença entre uma exploração manter-se viável ou ir à falência”, explicou Steve Safferman, um dos inventores do sistema.
O separador de nutrientes usa um digestor anaeróbio, no qual as bactérias partem o estrume para libertar gás que pode ser recolhido e utilizado como energia. O digestor é acoplado a um sistema que combina a extração do ar, ultrafiltração e osmose inversa para remover poluentes e deixar a água limpa.
Segundo a universidade norte-americana, o sistema poderá começar a ser comercializado no final do ano.

