De acordo com um estudo desenvolvido pela consultora agroalimentar PhillipsMCDougall sobre as tendências de mercado a nível europeu e mundial, o número de substâncias ativas desenvolvidas na União Europeia é cada vez menor.
De acordo com a mesma consultora, isto traduz-se numa menor disponibilidade de soluções para proteger os cultivos e para responder à crescente procura por alimentos a preços acessíveis aos consumidores.
Nos anos 80 e 90 do século XX eram introduzidas quatro novas substâncias ativas por ano na Europa. Atualmente esse número é de 1,2 por ano.

