Já a organização europeia de comerciantes de cereais Coceral aponta para um crescimento de 3,7% para 284,7 milhões de toneladas produzidas.
As opiniões não são unânimes mas qualquer dos cenários afigura-se positivo para a produção de trigo mole, com a Copa-Cogeca a estimar um aumento de produção de 2,7% neste cereal, para 129,7 milhões de toneladas e a Coceral a estimar 131,7 milhões de toneladas em relação ao ano passado (mais 3,3%).
As estimativas convergem no cereal que se espera ter a subida mais acentuada – o milho: para a Copa-Cogeca, a produção de milho deverá crescer 6,9% para 59,1 milhões de toneladas, já para a Coceral a produção crescerá para os 59,2 milhões.
As duas organizações estão também sintonizadas no que esperam ser a maior quebra do setor: ambas apontam para apenas 8,3 milhões de toneladas de trigo duro produzido nesta campanha de comercialização, um número que representa uma redução do volume em 3,6%.
Já para a cevada, a Copa-Cogeca espera 53,4 milhões de toneladas contra os 54,5 milhões da Coceral.
No que toca aos restantes cereais, só a Copa-Cogeca adianta números. Espera um aumento de 6,9% para 59,1 milhões de toneladas produzidas em consequência de uma maior superfície semeada.

