O projeto está a ser desenvolvido na propriedade Marlborough’s Brancott Estate Wines e tem por objetivo perceber a composição da uva, avança o portal Adega.
“Se puder analisar a uva na fase inicial do seu ciclo de crescimento, poderei perceber se é necessária mais água ou mais fosfato, por exemplo, assim os produtores podem ter uma uva com uma composição química especifica e com sabor e aromas específicos para um determinado mercado”, explicou Keyzers.
Com mercados já consolidados na Austrália, Reino Unido e Estados Unidos, os produtores procuram agora uma forma de levar o seu produto como item de prestígio a territórios como Índia, China, Japão e Coreia.

