Batizado de Oleaster, o novo azeite é obtido diretamente das azeitonas, sem as etapas intermédias, o que gera um produto de “maior qualidade e o mais intacto possível em relação à preservação dos seus princípios ativos”, referem os investigadores envolvidos no projeto, citado pelo ABC Sevilla.
O único resíduo obtido com o novo azeite é o Oleasan, um subproduto de alto valor que pode ser utilizado como aditivo nos alimentos e cosméticos com propriedades nutritivas e medicinais. A UPO está a estudar os possíveis efeitos benéficos deste subproduto para a saúde, através da análise de princípios ativos dos polifenois, como os antioxidantes (coenzima Q, vitaminas C e E).
Os cientistas estão ainda a determinar a capacidade antioxidante e anti-inflamatória do Oleaster, nomeadamente no potencial tratamento da hipertensão e arteriosclerose.

