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Especial Vitivinicultura

Estratégias antimíldio da videira para prevenir resistências a fungicidas

vinha Vida Rural

Neste artigo procura-se clarificar e simplificar a análise desta problemática, recorrendo à sistematização e exemplificação acessível a técnicos vitícolas e a viticultores esclarecidos. Simultaneamente, e no âmbito de uma gestão responsável dos fenómenos de resistência ao míldio, são efetuados alguns comentários ou recomendações, relativamente ao papel que os diferentes tipos de fungicidas podem desempenhar numa estratégia mais eficaz de proteção do vinhedo.

O míldio da videira (Plasmopara viticola) não sendo, em termos globais, uma doença de presença anual nas nossas vinhas, como sucede normalmente com o oídio é, contudo, a doença mais temida pelos viticultores devido à forte virulência de alguns dos seus ataques, que acabam por ficar na memória dos viticultores por muitos anos.

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Trata-se de uma doença em que a disponibilidade de uma previsão climatológica de médio prazo e fiável assume particular relevância, dado que o seu combate se processa, essencialmente, de forma preventiva e, apenas, muito pontualmente de forma curativa.

Com efeito, a precipitação, a temperatura e a humidade relativa do ar, assumem um papel fundamental na produção de condições ambientais propícias ao aparecimento e desenvolvimento do míldio.

 

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