As vendas de agroquímicos em 2010 foram condicionadas pelos elevados índices pluviométricos ocorridos entre janeiro e maio, afetando não só a redução do número de tratamentos profiláticos ocorridos nas culturas da vinha e das fruteiras, como também na aplicação de herbicidas e fungicidas nas culturas dos cereais praganosos.
De entre os vários sub-segmentos do mercado dos produtos fitofarmacêuticos com comportamento positivo, destacam-se o sub-segmento dos fungicidas anti-míldios com crescimento de 6%, correspondendo a mais de 2 milhões de euros em vendas e o dos fungicidas anti-pedrados nas fruteiras com 16% de evolução positiva, correspondendo a um acréscimo de 1,2 milhões de euros, o sub-segmento dos herbicidas para a cultura do milho com evolução positiva de 5%, correspondente a um acréscimo de 1,5 milhões de euros, e o dos herbicidas para a cultura do arroz com 11,5% de evolução, aos quais corresponderam 400 milhões de €.
Como contraponto, destaque negativo no segmento dos herbicidas baseados em glifosato que apresentou uma quebra de -32% dando origem a uma perda nas vendas de 5,4milhões de euros.

