O grupo dos 27 estados-membros, em balanço geral, passou de um efetivo de cerca de 151 milhões de cabeças para 150 milhões em 2010, uma dinâmica que, no entanto, não revela a tendência de produção dos vários países.
Espanha foi dos países onde a quebra de produção foi mais acentuada, com uma redução no número de animais de 4,6%, o equivalente a menos 1,2 milhões de porcos. Já no caso da Polónia, o número de cabeças aumentou 4,6% em 2010, o que permitiu que o país se posicionasse como terceiro maior produtor de carne de porco na Europa.
A Alemanha, a atual número um em produção de carne de porco, perdeu 1,6% de cabeças. No caso francês, registou-se uma quebra de 1,4%, na Dinamarca a população de suínos aumentou 0,7% e na Holanda perdeu-se 1%.
Regra geral, todas as categorias de porcos sofreram quebras de produção em 2010, com uma única exceção nos leitões com menos de 20 quilos.

