“Este será o primeiro projeto vinícola naquele país”, sublinha Reto Frank Jörg, diretor-geral da Quinta do Quetzal. O know-how dos portugueses na produção de vinhos dita que a equipa de enologia responsável pela produção seja liderada por Rui Reguinga, enólogo da Quinta do Quetzal, e a tecnologia de vinificação a adotar terá também chancela nacional.
Os responsáveis da empresa srilankesa estiveram na Vidigueira para ver in loco o projeto da Quinta do Quetzal e, mais recentemente, foi a vez da comitiva de Portugal retribuir, visitando a propriedade onde nascerão os vinhedos, com 15 hectares, tendo sido decidido “plantar dois campos experimentais com cerca de um hectare cada, com as castas Sirah, Alicante Boushet, Merlot, Touriga Nacional e uma casta srilankesa parecida com o Moscatel, com vários clones e porta-enxertos”, revela o responsável.
O projeto, que já foi apresentado no gabinete do presidente do Sri Lanka, estende-se a uma adega com capacidade para 150 mil garrafas equipada com a mais moderna tecnologia portuguesa “concebida em construção de módulos para possibilitar crescimento futuro”. A produção estimada é de 75% de vinho tinto e 25% rosé.

