Um dos pontos que gerou mais conflito foi a redução progressiva das ajudas acima de determinado patamar. Os ministros da agricultura europeus aceitaram uma taxa de redução de 5% para as ajudas acima dos 150 000 euros.
Outro ponto em que se acertaram posições foi na questão da taxa de cofinanciamento para o desenvolvimento rural. O Conselho Europeu aceitou a proposta do Parlamento Europeu de subir para 85% a taxa de cofinanciamento para as regiões mais desfavorecidas e para as regiões periféricas.

