A este propósito, o ministro da Economia disse que “é importante neste setor termos regras que sejam semelhantes, do ponto de vista da regulação, às que existem noutros países europeus, que tendem a ter regras por vezes mais protecionistas, como é o caso dos nossos concorrentes na Europa do Sul”.
Pires de Lima acrescentou também que “há algum trabalho a fazer” no que diz respeito aos custos de energia. Segundo Miguel Cambezes, secretário-geral da AIT, estima-se que a energia, eletricidade e gás, tenha um peso de 12% nos custos de produção do sector, sendo que “cerca de 40% destes 12% são relativos a taxas de acesso”.

