“A falta de ocupação humana é amiga dos incêndios. Não podemos nesta altura antecipar o volume de interessados que nos vão procurar, mas é evidente que o regresso à terra e à agricultura ajudará a reduzir o flagelo dos incêndios”, disse Nelson Dias, da In Loco, à agência Lusa.
A associação algarvia acredita ainda que este projeto “possa ser uma resposta útil para satisfazer o atual e crescente interesse na atividade agrícola” no Algarve.
A bolsa de terras aplica-se aos prédios rústicos e à parte rústica dos prédios mistos integrados voluntariamente pelos seus proprietários ou seus representantes, com aptidão agrícola, florestal e silvopastoril e destina-se às entidades de domínio privado do Estado, às autarquias locais, ou outras entidades públicas, bem como entidades privadas e tornará possível disponibilizar terras para arrendamento, venda ou para outros tipos de cedência.
No Algarve, as ações de divulgação e de esclarecimento sobre a bolsa de terras vão ter início nas freguesias dos concelhos de Tavira, São Brás de Alportel, Faro, Loulé, Albufeira e Silves.

