Quantcast
Floresta

FSC Portugal elege órgãos sociais para o novo triénio

Floresta Rodrigo Cabrita Vida Rural

A FSC Portugal (Forest Stewardship Council) realizou na passada semana a sua Assembleia Geral para eleger os órgãos sociais para o seu quarto triénio de atuação (2017-2020).

Assim, durante os próximos três anos a Presidência da Direção estará entregue à LPN – Liga para a Proteção da Natureza, e a Vice-Presidência estará a cargo da Sonae Indústria P.C.D.M. São ainda parte da Direção entidades como a FilCork, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, a Altri Florestal, Forestis – Associação Florestal de Portugal, a WWF – World Wide Fund For Nature, o Centro Pinus – Associação para a Valorização da Floresta de Pinho e a SPCF – Sociedade Portuguesa de Ciências Florestais.

 

Integram ainda a Assembleia Geral a CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal, a SPEA – Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves e a APCOR – Associação Portuguesa da Cortiça. O Conselho Fiscal é composto pela ANEFA – Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente, pelo RAIZ – Instituto de Investigação da Floresta e do Papel, pelo CEABN – Centro de Ecologia Aplicada Prof Baeta Neves, pela The Navigator Company, pela ANPC – Associação Nacional de Proprietários e Produtores de Caça, e por Filipa Gouveia, a título individual. A Comissão de Conflitos é constituída pela Ordem dos Engenheiros, Luís Rocharte e João Soares, estes últimos a título individual.

banner APP

“Neste triénio que agora se inicia, pretende-se dar continuidade ao bom trabalho exercido pelos corpos sociais nos mandatos anteriores, assegurando um enfoque na manutenção de uma base normativa sólida e adequada ao contexto nacional, mas estendendo as áreas de intervenção aos temas de Desenvolvimento de mercado e à comunicação com a Sociedade Civil”, explica a FSC Portugal em comunicado.

 

“Mantém-se ainda a ambição de estreitar o relacionamento com o FSC Internacional, principalmente nos temas mais críticos para Portugal – revisão do sistema FSC ao contexto dos pequenos proprietários e avaliação do impacto ambiental e social do FSC nos espaços florestais”, conclui.