O Pingo Doce lançou o programa Cultivar, uma iniciativa dirigida a produtores e fornecedores nacionais que pretende promover a partilha de conhecimento, acelerar a inovação, incentivar práticas mais sustentáveis e reforçar a colaboração ao longo da cadeia, desde a produção até às lojas.
De acordo com o comunicado de imprensa, a iniciativa insere-se na estratégia da empresa de valorização da produção nacional e procura aprofundar a colaboração com os seus parceiros, através de ações de capacitação técnica, adoção de melhores práticas de produção e desenvolvimento de projetos de inovação e sustentabilidade.
Segundo a informação divulgada, o programa tem como objetivo contribuir para uma agricultura mais eficiente, resiliente e preparada para desafios futuros, partindo da colaboração entre o retalho e os produtores nacionais.
“Queremos que o Cultivar seja um verdadeiro motor de transformação da produção nacional, reforçando a proximidade com os nossos parceiros e promovendo uma agricultura mais sustentável, inovadora e competitiva. Porque acreditamos que juntos crescemos para o futuro, este programa traduz a nossa ambição de trabalhar ainda mais lado a lado com os produtores para valorizar o que de melhor se faz em Portugal”, afirma Sara Domingos, coordenadora do programa Cultivar.
No âmbito do programa, o Pingo Doce prevê dinamizar ações de capacitação técnica junto dos produtores, promover melhores práticas de produção e incentivar projetos ligados à inovação e à sustentabilidade. Entre as áreas referidas estão a preservação da biodiversidade, a utilização eficiente dos recursos naturais e a adaptação às alterações climáticas.
A iniciativa pretende ainda gerar valor ao longo da cadeia agroalimentar, através da construção de relações de colaboração com fornecedores e da valorização da produção nacional.
De acordo com a empresa, o objetivo passa por garantir produtos de elevada qualidade aos consumidores, contribuindo simultaneamente para o desenvolvimento socioeconómico das regiões, para uma utilização mais eficiente dos recursos naturais e para um setor agroalimentar mais colaborativo.

Direitos Reservados
