O objetivo é “garantir o abastecimento de matéria-prima às refinadoras portuguesas”, referiu o ministro da agricultura português, António Serrano.
Este dossier remonta á um ano atrás, altura em que o governante alertou Bruxelas para o que considerava ser um problema de abastecimento do mercado europeu de ramas de cana-de-açúcar. O reconhecimento parece ter acontecido tardiamente, uma vez que só em novembro passado foi aberta a possibilidade de importar com imposto zero ramas dos principais países produtores, nomeadamente Brasil, Cuba e Austrália mas “pedimos mais na altura e voltamos a insistir na abertura deste contingente”, esclarece António Serrano.

